Arquivo da categoria ‘Hardware’

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Por Reuters


Fábrica da Positivo, maior fabricante brasileiro de PCs

As vendas de computadores no Brasil totalizaram 15,4 milhões de unidades em 2011, alta de 12 por cento sobre 2010, anunciou nesta quinta-feira o grupo de pesquisa IDC.

O resultado consolida o país na terceira posição no mercado mundial de computadores, atrás apenas de China e Estados Unidos.

De acordo com o IDC, 55 por cento das vendas foram de notebooks e netbooks e 45 por cento foram de desktops.

Somente no último trimestre do ano passado, foram vendidos 4,2 milhões de computadores, um crescimento de 10 por cento em relação ao mesmo período em 2010. O número não leva em conta a venda de tablets no Brasil, nem de smartphones.

O crescimento do brasileiro de eletrônicos é a principal razão por trás dos recentes investimentos anunciados pela Foxconn, fabricante da Apple, no Brasil. A rede taiuwanesa montará cinco fábricas no país para produzir dispositivos eletrônicos.

O Brasil é visto pela Foxconn, Apple e outros grandes players deste setor como um mercado em franca expansão, que poderia compensar as perdas que já ocorrem nos mercados mais ricos, como Europa, que enfrentam grave crise e recessão.

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Por Carlos Terceiro / NAHORAONLINE.COM.BR

MADE IN BRASIL


Os alunos de Designer Industrial Henrique Martins Terceiro, Marcos Fillipe Martins, Gabriel Dutra dos Santos, Felipe de Moraes Modesto, Igor Rafael de Sousa, Vinicius Santona Ronignoli Herman Ferreira M. A. e Gabriela Araújo, criaram um novo jogo para Ipad, Iphone, utilizando também a plataforma Android.

O nome do jogo é Dispersão Colono e a equipe explica como jogar:

Breve Introdução: Dispersão colono tem inovações na sua essência! Descubra o caminho para sair para espalhar Settlers para lugares diferentes em um campo hostil! Rotação dos círculos você deve encontrar soluções para guiar grupos neste quebra-cabeça incrível. Lidar com comportamentos específicos e da fúria dos colonos frustrados, mas tenha cuidado! Quanto mais longe você for, mais você se torna vulnerável. Estratégia de diversão, e agilidade são todas as peças que você precisa para aumentar o seu reino.

Plataforma / Sistema: Android dispositivo móvel
iPhone
iPad
plataforma digital outros
Nota plataforma: Amazon Kindle (usa Corona SDK)

Para baixar o jogo é preciso acessar o seguinte link: http://globalgamejam.org/2012/settler-dispersion.

Henrique Martins Terceiro é filho do jornalista Carlos Terceiro que mesmo tendo sido aprovado como um dos primeiros colocados em Engenharia Elétrica na Unir, preferiu estudar na UnB por ter melhor estrutura, hoje, faz o curso de Designer Industrial.
Faça uma visita no perfil do Henrique no Facebook clicando aqui.

Agora, a equipe está negociando com as empresas internacionais para venderem os direitos autorais pela criação do novo jogo.

Os alunos disseram que isso é apenas o começo, porque eles estão desenvolvendo outros jogos para serem utilizados pelos usuários do Ipad, Iphone e plataforma Android.

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Computador de grande capacidade chega a USP

Nos próximos dias entrará em operação no Departamento de Astronomia  da USP um dos maiores e mais potentes clusters – aglomerado de computadores –, voltado exclusivamente para pesquisas astronômicas no mundo.

Avaliado em mais de US$ 1 milhão, o equipamento foi adquirido com apoio da Fapesp. Composto por três torres, do tamanho de geladeiras domésticas que juntas pesam três toneladas, o conjunto de computadores possui 2,3 mil núcleos de processamento.

O sistema possibilitará um aumento de 60 vezes na escala de processamento do Departamento de Astronomia da USP. O cluster utilizado anteriormente pela instituição possuía 40 núcleos de processamento.

“Não conhecemos nenhum departamento de astronomia no mundo com essa capacidade computacional. Existem universidades e consórcios entre instituições de pesquisa com clusters muito maiores, mas o tempo de processamento é dividido entre várias áreas e não são dedicados totalmente à astronomia”, disse Alex Carciofi, professor da USP e responsável pela implementação do projeto.

De acordo com ele, o aglomerado de computadores possibilitará aumentar o grau de realismo físico e rodar mais modelos matemáticos (simulações numéricas) utilizados para estudar os sistemas astronômicos, como estrelas, galáxias e meio interestelares.

Considerados simulações da natureza, quanto mais processos físicos são incorporados aos modelos numéricos para torná-los mais realistas, mais “pesados” computacionalmente eles se tornam e demandam mais tempo para serem processados.

“Com um equipamento desse porte é possível aumentar a escala do problema que pretendemos estudar, mantendo um tempo de processamento razoável, de modo que nós consigamos processar um maior número de modelos em tempo hábil para realizar nossas pesquisas”, explicou Carciofi.

O equipamento também permitirá aos pesquisadores do Departamento de Astronomia da USP ingressar em nossas fronteiras do conhecimento na área, como a astrofísica computacional.

de disciplinas que anteriormente eram distintas e seguiam separadas, como a astrofísica e a ciência da computação.

O que se deve, entre outros fatores, ao fato de que instrumentos astronômicos modernos – como telescópios robóticos que operam automaticamente – estão gerando um grande volume de dados que precisam ser analisados. “É preciso desenvolver novas técnicas para obter resultados a partir desse grande volume de dados”, disse Carciofi.

Em um primeiro momento, o cluster atenderá 150 usuários, entre estudantes de pós-graduação, docentes e pós-doutorandos do IAG. Mas também estará disponível para ser utilizado por pesquisadores de outras instituições científicas.

Por meio do equipamento também será possível atrair cientistas de outros estados e países, que necessitam de uma grande capacidade de processamento computacional para realizar suas pesquisas.

“Os pesquisadores de fora podem escolher vir para o IAG para realizar um pós-doutorado, por exemplo, justamente porque a instituição dispõe de um cluster como esse”, disse Carciofi.

O pesquisador estima que até o fim de janeiro comecem a realizar os primeiros cálculos numéricos massivos (chamados number crunching) no novo equipamento, a fim de alcançar modelos reais de fenômenos nas áreas de astrofísica, cosmologia e astronomia galáctica.

O supercomputador foi desenvolvido pela empresa GSI e é baseado em uma plataforma Blade Altix ICE 8400 com um processador AMD Opteron 6172, com 4,6 terabytes de memória.

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Kinect (Foto: Divulgação)

A Microsoft vai implementar seu sensor de movimentos Kinect em notebooks, diz o “The Daily”. O dispositivo já é utilizado para games e programas no console Xbox 360 e a versão para PC chega em 1 de fevereiro.

O jornal testou dois protótipos de notebook da Microsoft com um conjunto de sensores no lugar reservado à webcam (em cima da tela, ao centro). A empresa confirmou à publicação que os sensores se tratam do Kinect .

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Em um computador, é possível que ele seja usado para controlar músicas, trocar de programas, navegar na internet e ajudar pessoas com determinadas deficiências a interagirem com a máquina, entre outras funções.

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Eis aqui a imagem do “notebook” de antigamente

Quando você fica admirado com os notebooks ultra portáteis que cabem nos lugares mais finos e impensáveis, já imaginou como foi o primeiro computador que podemos chamar de portátil? Pois bem, provavelmente você não foi apresentado ao Osborne 1, computador que foi lançado no dia 3 de abril de 1981 (por Adam Osborne) e que ficava em uma espécie de mala, com direito até de uma alça para carregá-lo por aí, quando fechado.

O computador vinha com um processador de 4 MHz, tela monocromática de 5 polegadas, 64 Kb de memória RAM, dois drives de disquete e com a opção de incluir uma bateria (sim, ela era opcional). Você pode estar se perguntando sobre qual motivo faria alguém colocar apenas cinco polegadas de tela. Bem, ela é pequena assim para facilitar o transporte do aparelho, quando pequena ela é mais resistente e leve. No total o “notebook” tinha aproximadamente 10,89 quilos e custava US$ 1.795,00.

Então agora quando você olhar para seu notebook, já sabe quem deve agradecer pela existência do mesmo, né?

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Máquina é composta por 8,7 mil CPUs fabricadas em Xangai.
Computador tem capacidade de processamento 10 mil PS3.

A China apresentou um supercomputador que alcançou 1 petaflop de capacidade de processamento feito com componentes fabricados no país. De acordo com o "The Hindu", a máquina é composta por 8,7 mil CPUs ShenWei SW1600, que são fabricadas em Xangai.

Mesmo com uma performance de 1 petaflop, a máquina chinesa, que lista entre os 20 mais potentes do mundo, consome apenas 1 megawat de eletricidade. A capacidade de processamento do supercomputador chinês é equivalente a 10 mil consoles PlayStation 3.

Anteriormente, a China construiu um supercomputador, mas utilizou chips feitos pelas norte-maricanas Intel e Nvidia. Este computador usa apenas componentes feitos na China.

China cria supercomputador usando componentes fabricados no país (Foto: Reprodução)

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Dennis Ritchie (direita) recebendo o Prêmio Japão pela criação do sistema Unix em maio de 2011 (Foto: Denise Panyik-Dale/Creative Commons)Programador americano tinha 70 anos e morreu em casa.
‘Contribuições foram tão grandes quanto as de Steve Jobs’, diz amigo.

O programador de computadores Dennis MacAlistair Ritchie, mais conhecido como Dennis Ritchie ou “dmr”, morreu aos 70 anos em sua residência nos Estados Unidos. Ritchie foi um dos criadores do sistema operacional Unix e da linguagem de programação C, recebendo pelas suas contribuições o prêmio Turing em 1983, a medalha nacional de tecnologia dos Estados Unidos em 1999 e o Prêmio Japão para Informação e Comunicação em 2011.

A informação sobre a morte de Ritchie foi divulgada pelo também programador e funcionário do Google Robert Pike, que trabalhou com Ritchie no sistema operacional Unix.

“Ele era um homem quieto e reservado, mas era também meu amigo e colaborador. O mundo perdeu uma grande mente”, lamentou Pike.

Contribuições
Para o ex-funcionário da Microsoft, programador e professor de Direito em Nova York James Grimmelmann, “as contribuições de Ritchie são tão grandes quanto as de [Steve] Jobs, apenas menos visíveis”.

Ritchie criou a linguagem de programação C para que programadores pudessem criar softwares capazes de funcionar em mais de um tipo de computador ou plataforma. Até 1970, muitos programas de computador eram criados em linguagens consideradas de “baixo nível” que eram completamente dependentes do computador em que seriam usadas.

A linguagem C servia para criar uma camada entre o computador e o programador, permitindo que um mesmo código fosse “traduzido” para processadores e computadores diferentes. A linguagem foi criada para o sistema operacional Unix, que estava sendo desenvolvido na década de 1970 na Bell Labs da AT&T.

O Unix é a base de vários sistemas operacionais modernos, inclusive o Linux, que é usado no sistema Android para celulares, e o BSD, que por sua vez é base para o Mac OS X, usado pela Apple.

O estilo e a sintaxe da linguagem C, por sua vez, serviram como base para muitas outras. O livro original sobre a linguagem C, “The C Programming Language”, escrito por Ritchie e seu colega Brian Kernighan, é considerado uma “bíblia” para desenvolvedores de programas de computador. Devido ao nome de seus autores, a publicação é frequentemente chamada de “K&R”.

Originalmente desenvolvida em 1973, a linguagem C ainda está entre as mais populares para programadores.