Arquivo de janeiro, 2012

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Por Carlos Terceiro / NAHORAONLINE.COM.BR

MADE IN BRASIL


Os alunos de Designer Industrial Henrique Martins Terceiro, Marcos Fillipe Martins, Gabriel Dutra dos Santos, Felipe de Moraes Modesto, Igor Rafael de Sousa, Vinicius Santona Ronignoli Herman Ferreira M. A. e Gabriela Araújo, criaram um novo jogo para Ipad, Iphone, utilizando também a plataforma Android.

O nome do jogo é Dispersão Colono e a equipe explica como jogar:

Breve Introdução: Dispersão colono tem inovações na sua essência! Descubra o caminho para sair para espalhar Settlers para lugares diferentes em um campo hostil! Rotação dos círculos você deve encontrar soluções para guiar grupos neste quebra-cabeça incrível. Lidar com comportamentos específicos e da fúria dos colonos frustrados, mas tenha cuidado! Quanto mais longe você for, mais você se torna vulnerável. Estratégia de diversão, e agilidade são todas as peças que você precisa para aumentar o seu reino.

Plataforma / Sistema: Android dispositivo móvel
iPhone
iPad
plataforma digital outros
Nota plataforma: Amazon Kindle (usa Corona SDK)

Para baixar o jogo é preciso acessar o seguinte link: http://globalgamejam.org/2012/settler-dispersion.

Henrique Martins Terceiro é filho do jornalista Carlos Terceiro que mesmo tendo sido aprovado como um dos primeiros colocados em Engenharia Elétrica na Unir, preferiu estudar na UnB por ter melhor estrutura, hoje, faz o curso de Designer Industrial.
Faça uma visita no perfil do Henrique no Facebook clicando aqui.

Agora, a equipe está negociando com as empresas internacionais para venderem os direitos autorais pela criação do novo jogo.

Os alunos disseram que isso é apenas o começo, porque eles estão desenvolvendo outros jogos para serem utilizados pelos usuários do Ipad, Iphone e plataforma Android.

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Tecnologia se aproxima do conceito mostrado em Star Wars

Realidade está mais próxima da mostrada em Star Wars

Realidade está mais próxima da mostrada em Star Wars

MAIS:_Aparelho permite mover objetos virtuais com as mãos

A comunicação por holograma tem sido sonhada pela humanidade desde a cena clássica com a princesa Leia em “Star Wars”, mas os cientistas do mundo real ainda não conseguiram criar um sistema com a tecnologia necessária para projetar imagens como as vistas no filme.

O problema é que a maioria dos dispositivos encontrados no mercado requerem o uso de óculos especiais para a visualização em 3D. E os que não exigem, são incapazes de permitir a visualização em 360 graus dos objetos projetados.

Alguns dos mais modernos sistemas holográficos em desenvolvimento até conseguem reproduzir a imagem em 3D com ângulo de 360 graus, mas a interação direta do usuário com a imagem fica comprometida pois estes são envoltos por vidros ou acrílicos transparentes.

Agora, a Microsoft está trabalhando em um dispositivo que promete resolver todos esses problemas criando hologramas em três dimensões que podem ser visualizados em 360 graus e interagidos pelo usuário por meio do toque.

O Vermeer, como é chamado o novo dispositivo da empresa, é capaz de movimentar as imagens a 15 frames por segundo enquanto simula 192 pontos de vista diferentes. E o mais impressionante, o holograma não fica “preso” em uma cúpula de vidro.

A tecnologia funciona graças ao auxílio de sensores infravermelhos e equipamentos como o Kinect, que permitem ao usuário colocar os dedos no conteúdo holográfico e mexer os objetos virtuais como se esses fossem de verdade.

Embora o dispositivo ainda esteja em desenvolvimento e as imagens tenham um visual um pouco fantasmagórico, pode-se dizer que o Vermeer é um grande passo rumo a um futuro no qual a humanidade se comunicará da mesma forma que os personagens da série “Star Wars”.

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São Paulo – Especialistas alertam para uma mudança nas especificações de firmware do Windows 8 que pode impedir que sistemas operacionais não autorizados, como o Linux ou FreeBSD, sejam instalados no computador.

A origem do problema está na decisão da Microsoft de utilizar em seu novo sistema um protocolo de segurança para a inicialização (boot) conhecido como UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) no lugar da tradicional BIOS, o que poderia impedir que sistemas como Linux rodassem em PCs certificados inicialmente com o Windows 8.

A UEFI será a sucessora da BIOS ROM firmware, desenvolvida para encurtar o tempo de inicialização da máquina e melhorar sua segurança. O framework, parte principal do Windows 8, é desenvolvido para funcionar em uma variedade de arquiteturas de CPU.

A Microsoft defende que esta tecnologia melhora a proteção da máquina contra rootkits e outros tipos de ataques, pois evita que arquivos executáveis sejam carregados caso não possuam uma assinatura de segurança dedicada UEFI.

Um dos engenheiros da Red Hat, Matthew Garrett, afirmou que a decisão da Microsoft ainda não cria pânico entre os usuários, mas é motivo para preocupação.

Isto porque, se o UEFI for adotado sem modificações, qualquer sistema que embarcar somente com as chaves da Microsoft ou da fabricante do PC não irá então aceitar uma cópia do Linux. Segundo Garrett, uma versão do Linux com essa assinatura poderia funcionar, mas também poderá trazer problemas.

“Isto pode significar que os kernels também deverão receber assinaturas. Tornar impossível, para usuários ou desenvolvedores, construir seus próprios kernels não é uma forma prática. E se nós mesmos criamos esta assinatura, ainda será necessário que essas chaves sejam incluídas por cada fabricante”, explica Garrett em seu blog.

A Microsoft afirma que irá exigir que os computadores com Windows 8 venham com esta nova inicialização de segurança ativada. Porém, alguns mercados já sinalizam que esta ação da empresa poderá violar os direitos dos usuários a livre concorrência.

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Computador de grande capacidade chega a USP

Nos próximos dias entrará em operação no Departamento de Astronomia  da USP um dos maiores e mais potentes clusters – aglomerado de computadores –, voltado exclusivamente para pesquisas astronômicas no mundo.

Avaliado em mais de US$ 1 milhão, o equipamento foi adquirido com apoio da Fapesp. Composto por três torres, do tamanho de geladeiras domésticas que juntas pesam três toneladas, o conjunto de computadores possui 2,3 mil núcleos de processamento.

O sistema possibilitará um aumento de 60 vezes na escala de processamento do Departamento de Astronomia da USP. O cluster utilizado anteriormente pela instituição possuía 40 núcleos de processamento.

“Não conhecemos nenhum departamento de astronomia no mundo com essa capacidade computacional. Existem universidades e consórcios entre instituições de pesquisa com clusters muito maiores, mas o tempo de processamento é dividido entre várias áreas e não são dedicados totalmente à astronomia”, disse Alex Carciofi, professor da USP e responsável pela implementação do projeto.

De acordo com ele, o aglomerado de computadores possibilitará aumentar o grau de realismo físico e rodar mais modelos matemáticos (simulações numéricas) utilizados para estudar os sistemas astronômicos, como estrelas, galáxias e meio interestelares.

Considerados simulações da natureza, quanto mais processos físicos são incorporados aos modelos numéricos para torná-los mais realistas, mais “pesados” computacionalmente eles se tornam e demandam mais tempo para serem processados.

“Com um equipamento desse porte é possível aumentar a escala do problema que pretendemos estudar, mantendo um tempo de processamento razoável, de modo que nós consigamos processar um maior número de modelos em tempo hábil para realizar nossas pesquisas”, explicou Carciofi.

O equipamento também permitirá aos pesquisadores do Departamento de Astronomia da USP ingressar em nossas fronteiras do conhecimento na área, como a astrofísica computacional.

de disciplinas que anteriormente eram distintas e seguiam separadas, como a astrofísica e a ciência da computação.

O que se deve, entre outros fatores, ao fato de que instrumentos astronômicos modernos – como telescópios robóticos que operam automaticamente – estão gerando um grande volume de dados que precisam ser analisados. “É preciso desenvolver novas técnicas para obter resultados a partir desse grande volume de dados”, disse Carciofi.

Em um primeiro momento, o cluster atenderá 150 usuários, entre estudantes de pós-graduação, docentes e pós-doutorandos do IAG. Mas também estará disponível para ser utilizado por pesquisadores de outras instituições científicas.

Por meio do equipamento também será possível atrair cientistas de outros estados e países, que necessitam de uma grande capacidade de processamento computacional para realizar suas pesquisas.

“Os pesquisadores de fora podem escolher vir para o IAG para realizar um pós-doutorado, por exemplo, justamente porque a instituição dispõe de um cluster como esse”, disse Carciofi.

O pesquisador estima que até o fim de janeiro comecem a realizar os primeiros cálculos numéricos massivos (chamados number crunching) no novo equipamento, a fim de alcançar modelos reais de fenômenos nas áreas de astrofísica, cosmologia e astronomia galáctica.

O supercomputador foi desenvolvido pela empresa GSI e é baseado em uma plataforma Blade Altix ICE 8400 com um processador AMD Opteron 6172, com 4,6 terabytes de memória.

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Kinect (Foto: Divulgação)

A Microsoft vai implementar seu sensor de movimentos Kinect em notebooks, diz o “The Daily”. O dispositivo já é utilizado para games e programas no console Xbox 360 e a versão para PC chega em 1 de fevereiro.

O jornal testou dois protótipos de notebook da Microsoft com um conjunto de sensores no lugar reservado à webcam (em cima da tela, ao centro). A empresa confirmou à publicação que os sensores se tratam do Kinect .

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Em um computador, é possível que ele seja usado para controlar músicas, trocar de programas, navegar na internet e ajudar pessoas com determinadas deficiências a interagirem com a máquina, entre outras funções.

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Eis aqui a imagem do “notebook” de antigamente

Quando você fica admirado com os notebooks ultra portáteis que cabem nos lugares mais finos e impensáveis, já imaginou como foi o primeiro computador que podemos chamar de portátil? Pois bem, provavelmente você não foi apresentado ao Osborne 1, computador que foi lançado no dia 3 de abril de 1981 (por Adam Osborne) e que ficava em uma espécie de mala, com direito até de uma alça para carregá-lo por aí, quando fechado.

O computador vinha com um processador de 4 MHz, tela monocromática de 5 polegadas, 64 Kb de memória RAM, dois drives de disquete e com a opção de incluir uma bateria (sim, ela era opcional). Você pode estar se perguntando sobre qual motivo faria alguém colocar apenas cinco polegadas de tela. Bem, ela é pequena assim para facilitar o transporte do aparelho, quando pequena ela é mais resistente e leve. No total o “notebook” tinha aproximadamente 10,89 quilos e custava US$ 1.795,00.

Então agora quando você olhar para seu notebook, já sabe quem deve agradecer pela existência do mesmo, né?

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Carregadores de pilhas existem aos montes por aí não é mesmo? Mas e se existisse um carregador desses que pudesse dar carga em pilhar não recarregáveis? Pois é, agora ele existe.

O Battery Charger II, da C3 Tech, que tem um jeito de ser bem “sem vergonha”, consegue fazer tal feito. Ele é capaz de recarregar qualquer pilha AA ou AAA sem mesmo ser recarregáveis. O modelo também recarrega pilhas recarregáveis tradicionais. A carga de um par de pilhas alcalinas demora cerca de oito horas para ser concluída. Se colocarmos essas pilhas em um mouse sem fio, a carga dura em média mais um mês.

Para indicar que as pilhas estão sendo recarregadas, o carregador fica com uma luz vermelha, indicando que ainda está inserindo energia nas pilhas. Quando elas estão completamente recarregadas a luz se apaga ascende uma outra luz verde.

O interessante também é que se por acaso a pessoa esqueceu as pilhas no carregador, o aparelho conta com um sistema que protege as pilhas contra uma possível sobrecarga, assim elas não estragam.

Ele já está a venda no Brasil com preços de R$ 70,00 para duas pilhas e R$ 90,00 para quatro pilhas. O recarregador pode ser colocado tanto na tomada, quanto em uma porta UBS para computador.