Arquivo de março, 2010

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

20100316185230 20100316bcpn72MED Comissão especial negocia benefícios tributários para lan houses especiaisO presidente da Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses), deputado Paulo Teixeira (PT-SP), está negociando com o relator da Medida Provisória 472/09, deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), a inclusão desses centros na proposta. O objetivo, conforme o deputado, é conceder isenção tributária na compra de equipamentos pelo setor. A MP concede benefícios fiscais a diversos setores da economia e está trancando a pauta do Plenário.

Outra medida que a comissão deverá tomar antes do encerramento dos trabalhos é a mudança da denominação das lan houses na Classificação Nacional de Atividades Econômicas, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na próxima terça-feira (23), Paulo Teixeira e o relator, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), devem se reunir com o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, para tratar do assunto.

Atualmente, esses estabelecimentos são classificados como casas de jogos de diversão, o que os impede de receber uma série de benefícios tributários e fiscais. “Vamos sugerir algo na área de educação ou de inclusão digital”, adiantou Paulo Teixeira.

De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas, as lan houses representam um dos únicos locais de acesso da população mais carente a informações e conhecimento. Para demonstrar a força desses estabelecimentos, a FGV lembra que o País conta com cerca de 108 mil lan houses, enquanto existem apenas 5 mil bibliotecas, 2.300 livrarias e 2 mil salas de cinema.

No Rio de Janeiro, por exemplo, é proibida a permanência de menores de 12 anos sem pais nesses estabelecimentos. Menores de 16 anos tem de ter autorização do pais, assim como menores de 18 anos, depois da meia noite. No estado, as lan houses também devem manter livro de registro com nome do usuário, horário e terminal utilizado. Outra lei ainda proíbe que as lan houses sejam localizadas a menos de um quilômetro de escolas.

Licenças de softwares

A reclassificação da atividade econômica das lan houses representa uma das principais reivindicações do setor. De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), Paulo Watanabe, as licenças de softwares respondem pelo maior ônus dos centros.

“Um grande avanço seria equiparar as lan houses a estabelecimentos educacionais, porque têm incentivos fiscais que reduzem drasticamente os custos dos programas”, defendeu Watanabe durante audiência pública da comissão especial nesta terça-feira. Segundo ele, uma licença de software custa, em média, R$ 650, mas para estabelecimentos educacionais sai por R$ 50.

Retirar a referência a jogos também diminuiria a burocracia do processo de legalização, pois dispensaria os estabelecimentos de conseguir o alvará do Juizado da Infância e da Juventude. Segundo o presidente da ABCID, Mario Brandão, essa é a etapa “mais perversa” da legalização. “Esse processo leva com sorte, 14 meses, mas em geral chega a demorar 28 meses e, no entanto, tem validade de apenas 180 dias”, afirmou.

Brandão afirmou que apenas 16% dos incidentes de segurança e crimes pela internet no Brasil ocorrem em lan houses, embora esses estabelecimentos detenham 48% dos acessos no País. Segundo ele, isso ocorre porque os donos de lan houses são obrigados a investir em sistemas de segurança. “Se os estabelecimentos não investirem, ficarão com máquinas paradas por muito tempo e acabarão com prejuízos”, afirmou.

Para funcionar, as lan houses precisam de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal, alvará municipal e estadual, além da autorização do juizado. Dados do setor mostram que 81% das lan houses são totalmente informais, 13% têm apenas o CNPJ, 3% possuem alvará da prefeitura e CNPJ e somente 1% conta com todos os documentos exigidos.

Referência: Relator fala sobre a importância de regulamentar as lan houses (vídeo).

Anúncios

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

foto dentro11889 1 Domínios .br chegam aos dois milhões especiaisA marca de 2 milhões de domínios na internet com o “.br” foi atingida nesta quinta-feira (11/3). O anúncio foi feito pelo Registro.br, um dos serviços do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR).

O Registro.br é responsável pela coordenação dos registros de nomes de domínio no país. De acordo com Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a evolução dos números é o retrato da internet nacional.

“Para chegar ao primeiro milhão, levamos 17 anos. Para alcançar o segundo, foram necessários pouco mais de três anos. Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2007 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais”, disse.

Mais opções de domínios de primeiro nível foram disponibilizadas desde o primeiro milhão, mantendo a semântica dentro de cada DPN (Domínio de Primeiro Nível), como “taxi.br”, para empresas de táxi; “teo.br”, para teólogos; e “radio.br”, para entidades que enviam áudio pela rede.

Entre outras ações do período estão a redução da anuidade dos domínios “nom.br” para R$ 10 e a abertura do “com.br” e “net.br” para pessoas físicas. “Neste período também criamos o “b.br”, com um ambiente mais seguro para bancos, e o “jus.br”, para entidades do poder judiciário”, contou Getschko.

O valor cobrado pelo NIC.br é de R$ 30 por ano e o montante arrecadado, além de garantir a qualidade do registro, é revertido em diversos serviços, como a segurança na publicação dos nomes de domínio, a operação de pontos de troca de tráfego neutros para a melhoria da conectividade e a produção de pesquisas anuais sobre o uso da internet no Brasil pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação.

“A maioria desses serviços foi disponibilizada após o primeiro milhão, o que nos dá uma ideia do quanto o registro brasileiro colabora para o crescimento da rede no próprio país”, disse Getschko.

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

2010032418444 20100324bcpn40MED Entidades de defesa do consumidor pedem banda larga pública especiais

Entidades de defesa do consumidor defendem a universalização do serviço de internet banda larga por meio de regime público. O tema foi debatido, nesta quarta-feira, em audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor. Idec, Pro Teste e Coletivo Intervozes de Comunicação Social avaliam que o serviço de banda larga do Brasil se consolidou apenas pela lógica de mercado, tornando-se caro, de baixa qualidade e concentrado nas camadas populacionais e nas regiões geográficas mais ricas.

De acordo com o Comitê Gestor da Internet, apenas 18% dos domicílios brasileiros possuem acesso à internet banda larga, e quase a metade deles está concentrada nas regiões Sul e Sudeste.

No momento em que o governo elabora o Programa Nacional de Banda Larga, o representante do Intervozes, Jonas Valente, afirma que esse serviço deve ser público e ganhar status de direito fundamental da população. “Precisamos de um conjunto de ações que não deixe a banda larga apenas nas mãos do mercado. Precisamos que o Estado tenha o papel regulador, garantindo que ela seja prestada em regime público e, portanto, sujeita a obrigações de continuidade, de universalização, de velocidade e de qualidade. E consideramos fundamental que o Estado entre como o provedor direto do serviço, seja vendendo capacidade de tráfego, seja garantindo o provimento gratuito ou a preços muito baixos”.

Autor do requerimento de audiência pública, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) garantiu que a medida é de fácil implementação, mas depende de vontade política. “Se o governo tiver vontade política, ele consegue fazer isso recriando a Telebras e usando o sistema de fibras óticas, chegando a todos os brasileiros, onde o mercado não tem interesse”.

O presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Internet (Abranet), Eduardo Parajo, duvida da eficiência de um regime público para o serviço de banda larga. “Não sei se o regime público vai resolver o problema. Na telefonia fixa, por exemplo, não resolveu”. Ele defendeu incentivos a maior concorrência no setor. A Abranet engloba 1700 provedores que atuam no Brasil.

Críticas à Anatel

A Anatel também foi alvo de muitas críticas durante a audiência pública. De acordo com a fundadora da Pró Teste, Flávia Guimarães, a agência falha nas suas ações reguladora e fiscalizadora do serviço de banda larga. Flávia chegou a defender a criação de uma CPI para investigar a atuação da Anatel. “A Anatel impede que as redes sejam utilizadas de uma forma mais democrática. Hoje, quem opera essas redes em regime de exclusividade são as concessionárias: a Telefónica, a Oi, que hoje tem a Brasil Telecom, e a Embratel. E os outros operadores que poderiam prestar serviços mais baratos e os pequenos provedores ficam na mão das concessionárias porque a Anatel não estabelece as regras e porque o governo não inclui o serviço no regime público”.

Crime

O Instituto de Defesa do Consumidor já moveu uma ação civil pública contra as empresas que, na prática, oferecem velocidade de conexão à internet muito inferior à estabelecida em publicidade ou no contrato de prestação de serviço.

O deputado Celso Russomanno (PP-SP) quer ir além e vai apresentar proposta de fiscalização e controle para que a Câmara apure as irregularidades do setor. Para Russomanno, já existem elementos para punir os responsáveis pelas empresas de banda larga por propaganda enganosa e estelionato. “Se você promete alguma coisa na publicidade e não cumpre, a pena é detenção de três meses a um ano. Já que as ações civis públicas não movimentam as empresas de telecomunicações, temos que atuar agora na esfera criminal, ou seja, indiciar os diretores e presidentes dessas empresas por crime contra o Código de Defesa do Consumidor e por estelionato”.

O gerente de regulamentação da Anatel, Bruno Ramos, informou que a agência já encaminhou um ofício às empresas exigindo o pleno cumprimento das cláusulas contratuais relativas às velocidades de conexão e já iniciou a fiscalização específica desse item.

A Comissão de Defesa do Consumidor deve realizar outra audiência pública, nos próximos dias, para debater o tema com representantes do governo e das empresas de banda larga.

Vladimir Soster
Me siga no twitter

200709071745 wladimirMED Aviso sobre photoshop poderá ser obrigatório em publicidade projetos de leiA Câmara analisa o Projeto de Lei 6.853/10, do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), que torna obrigatória a informação ao público sobre a manipulação de imagens de pessoas em peças publicitárias. Esses anúncios deverão trazer a seguinte mensagem escrita: “Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada.”

O responsável pelo anúncio ou pelo veículo de comunicação que descumprir a medida poderá ser punido com advertência, obrigatoriedade de esclarecimento e multa de R$ 1,5 mil a R$ 50 mil, cobrada em dobro na reincidência. Caberá ao Poder Executivo definir os órgãos que aplicarão as sanções.

Idealização do corpo

Com a obrigatoriedade de avisos sobre a manipulação de imagens, Wladimir Costa quer acabar com a idealização do corpo humano pela publicidade e com a difusão da ideia de que as modelos e os modelos retratados são perfeitos.

“Em tempos de photoshop, a manipulação de imagens faz com que a fotografia seja muitas vezes radicalmente diferente da realidade. Manchas na pele são apagadas, rugas são cobertas, quilos a mais são extirpados. É difícil a um leigo perceber que o resultado final não é uma imagem original”, afirma o deputado.

Ele alerta ainda para o fato de que a busca do público por esse ideal de beleza, em que todos são magros, pode causar transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, principalmente entre os mais jovens.

Tramitação

O projeto , que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

O Brasil não só é o país mais atacado por trojans bankers como também é o principal produtor deste tipo de vírus

Brasil é imã para ameaças bancárias

Ameaças roubam senhas de banco e números de cartões de crédito

O Brasil é o alvo principal das ameaças bancárias de acordo um estudo feito pela Kaspersky sobre ataques de cavalos de troia.

A pesquisa, que traz os números de 2009, mostra que o país lidera o ranking global com 36% dos casos de infecção, seguido pela China, com 21% do total.

"O Brasil não só é o país mais atacado por trojans bankers como também é o principal produtor deste tipo de vírus. A grande maioria dos ataques que acontecem no Brasil é por vírus produzidos nesse país", afirma Dmitry Bestuzhev, analista de vírus sênior da empresa para a América Latina.

Os especialistas da Kaspersky apontam que existem três tipos de cavalos de troia. O PSW, que rouba senhas de e-mail e redes social, o Banker, responsável por capturar as credenciais de acesso a bancos e números de cartões de crédito, e o Spy, responsável por se apoderar de todo o tipo de informação referente ao usuário.

Curiosamente, no gráfico PSW, o Brasil nem apareceu entre os 10 mais infectados. O primeiro lugar ficou com a China, com 63%, seguida da Rússia, com 12%. Alemanha, Índia e Turquia, por exemplo, ficaram na faixa dos 3% a 2%.

Confira o top 5 dos países mais infectados por cavalos de troia bancários:

1-Brasil (36%)
2-China (21%)
3-Espanha (8%)
4-Rússia (8%)
5-México (7%)

Para se proteger dessas ameaças, o usuário deve manter suas soluções de segurança atualizadas, além de evitar a instalação de arquivos de origem duvidosa. Outra dica interessante é evitar a abertura de links em páginas desconhecidas.

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

70% dos consumidores online estão inseguros

70% dos consumidores apresentam insegurança na hora de utilizar o cartão de crédito para efetuar compras na web, de acordo com informações do Site Blindado S/A.

Para a empresa, o maior receio desses usuários está em disponibilizar o número do cartão em páginas de e-commerce, com medo de que esses dados possam ser roubados de alguma forma.

Um estudo recente, realizado pela Kaspersky, apontou que o Brasil é líder no número de máquinas infectadas com ameaças bancárias. Elas são responsáveis por roubo de informações utilizadas no ato da compra ou simples acesso a sites de instituições financeiras.

As pragas costumam gravar os passos dos usuários na rede, esperando o momento certo para gravar senhas, logins e sequências numéricas.

Outra pesquisa, elaborada pelo jornal britânico Financial Times e a Harris Poll, mostra outra preocupação dos consumidores com menos de 65 anos. De acordo com o Site Blindado S/A, o universo de entrevistados por esses veículos nos Estados Unidos e China, além de grandes países da Europa, mostra preocupação em relação às informações pessoais publicadas na rede.

Dados que podem ser facilmente resgatados com motores de busca, como Google e Bing. Sem contar com as próprias lojas virtuais, que armazenam informações para garantir que as preferências dos usuários sejam sempre atendidas, e os provedores de internet.

Apesar de todos os riscos, a companhia ressalta a necessidade de oferecer um ambiente para que os usuários sintam-se seguros para efetuar as transações online. “Realizamos milhares de testes todos os dias, simulamos ataques de hackers para garantir que todas as possibilidades de ataques reais, roubos de informações ou clonagens de cartões de crédito sejam eliminadas”, explica Mauricio Kigiela, Diretor do Site Blindado S/A.

Para ajudar o usuário, a empresa criou um vídeo promocional com informações sobre seu sistema e algumas dicas para efetuar compras seguras, lembrando da necessidade de constatação de selos de garantia, gerados por sites confiáveis.

Vladimir Soster
Me siga no Twitter

Não quer ter que ficar trocando de DVD quando for instalar as versões 32 e 64 bits do Windows 7? Este tutorial ensinará você a criar um DVD único com as edições 32 e 64 bits do Windows 7*.
*O Windows 7 Starter não possui versão 64 bits.
Antes de começar, certifique-se de que você tem os itens listados abaixo:
– DVD do Windows 7 x86 (32 Bits) e x64 (64 Bits)
– Windows Automated Installation Kit (AIK) para Windows 7 (faça o download aqui)
– vLite (baixe a versão mais recente aqui)
– Software para gravação de CDs/DVDs (Nero, ImgBurn e etc.)
Passo a Passo:
1. Instale o Windows Automated Installation Kit (AIK) e em seguida crie uma pasta em sua unidade de disco local “C” (C é unidade onde o Windows está instalado e pode variar em alguns PCs) com o nome AIO.

2. Dentro da pasta AIO, crie duas outras pastas chamadas DVD e WIMs:

 

3. Insira o DVD do Windows 7 32 bits no drive e copie todo seu conteúdo para a pasta DVD:

4. Agora será preciso copiar o arquivo ‘install.wim’ do Windows 7 32 e 64 bits para dentro da pasta WIMs. Copie os arquivos e renomeie-os de acordo com a plataforma: Windows_7_64_ULT.wim para o 64 bits e Windows_7_86_ULT.wim para o 32 bits.
Nota: O arquivo ‘install.wim’ está localizado na pasta Sources do DVD original.

5. Volte até a pasta AIO e apague o arquivo ei.cfg localizado na pasta Sources, assim o instalador exibirá todas as edições do Windows 7 na tela de seleção.
6. Execute o prompt de comando instalado pelo Windows AIK como administrador:

7. Com o prompt aberto, digite os seguintes comandos:
Para Windows 7 Home Basic x64
Imagex /export "C:\AIO\WIMs\Windows_7_64_ULT.wim" 1 "C:\AIO\DVD\sources\install.wim" "Windows 7 HOMEBASIC (x64)"
Para Windows 7 Home Premium x64
Imagex /export "C:\AIO\WIMs\Windows_7_64_ULT.wim" 2 "C:\AIO\DVD\sources\install.wim" "Windows 7 HOMEPREMIUM (x64)"
Para Windows 7 Professional x64
Imagex /export "C:\AIO\WIMs\Windows_7_64_ULT.wim" 3 "C:\AIO\DVD\sources\install.wim" "Windows 7 PROFESSIONAL (x64)"
Para Windows 7 Ultimate x64
Imagex /export "C:\AIO\WIMs\Windows_7_64_ULT.wim" 4 "C:\AIO\DVD\sources\install.wim" "Windows 7 ULTIMATE (x64)"

Se tudo correr bem, o próximo passo será a criação da ISO do DVD.
8. Para criar a ISO, execute o vLite e aponte-o para a pasta DVD:

 

9. O vLite listará todas as edições do sistema operacional e pedirá para que você selecione uma delas. Faça isso e clique em OK:

 

10. Na tela de seleção de tarefas, marque a opção ‘ISO Bootável’ e depois clique em Crie a ISO:

 

11. Depois de criar a ISO, dê um nome para ela e grave-a em um DVD usando seu programa preferido.

Tutorial enviado por: Everton Cesario
Link para o tutorial original